Lendo a coluna da Mônica Bergamo, jornalista da Folha de S. Paulo, do dia 18 de março, me veio a tona um pensamento que quero compartilhar com vocês. Não sei se estou certa ou errada, enfim, é apenas a minha singela opinião. Depois vocês me digam o que vocês pensam a respeito?
Letras em negrito e itálico atraíram meu olhar ainda mais com o título “O Bazar da Stella”, que na verdade, era uma pré-venda especial somente para convidadas da coleção Outono/Inverno da Stella McCartney para C&A que aconteceu na quarta-feira passada no Shopping Iguatemi. Convidadas como Gloria Kalil, Sophie Alckmin, Lelê Saddi, etc estiveram presentes e puderam conferir em primeiríssima mão as 27 peças exclusivas que como diz a estilista: “foram adaptadas ao biótipo da mulher brasileira.”
Até aí tudo bem. Pensei: “queria tanto ser uma mosquinha para ver tudo.”
Porém a última nota me deixou sem ar, pois antecipou que a grade da coleção não iria até o 46, e sim até o 44. Indignação. Mais ainda: o tamanho 44, muitas convidadas diziam, menor do que o normal.
Peças da Stella McCartney ao alcance de todas nós, meras mortais? Sonho que se tornou realidade.
Eu, de verdade, acho o máximo ver as grandes magazines investindo em parcerias com os estilistas mais badalados. Mas também acredito que a moda democrática não refere-se somente a uma peça de qualidade a um preço acessível criado por x. Ela engloba muito mais do que isso, ou seja, a moda é acessível se for para todas as classes sociais; para todas as idades; para todos os tamanhos. Como diz a produtora, Andrea de Marco, na coluna da Mônica Bergamo, para as mulheres de verdade.
Tenho que admitir que achei a coleção in-crí-vel. Peças de ótima qualidade, modelagem impecável, tudo pensado no ecologicamente sustentável. A Stella é o símbolo da feminilidade cool! Mas tenho que admitir que seria mais incrível ainda se vestisse do tamanho 36 ao 46. Respeito as curvas.
***Você que conferiu a coleção hoje, gostou? O que achou? Queremos tanto saber sua opinião!